Rosi Silva, prefeita de Vassouras, abre os braços aos investidores no Festival Rota 127: "Vassouras é uma terra fértil"
Durante o Festival Rota 127, realizado na Estância Ouro Verde, a prefeita de Vassouras, Rosi Silva, concedeu entrevista em que reafirmou a abertura do município a novos investimentos, definindo a cidade como "uma terra fértil" para quem quer investir.
A fala, destacada pela reportagem, sinaliza o alinhamento entre poder público e iniciativa privada em torno do desenvolvimento econômico e turístico da cidade.
Poder público e investimento privado na mesma direção
A matéria destaca que a presença da gestão municipal em um evento privado realizado dentro de um empreendimento reforça o reconhecimento institucional do papel dos novos projetos na economia local.
Para o veículo, esse tipo de articulação é um dos fatores que diferenciam Vassouras de outras cidades do interior fluminense: além do patrimônio histórico e da localização estratégica, há disposição do município em receber e viabilizar novos investimentos.
A visão do grupo
Segurança institucional é um ativo tão relevante quanto localização.
Quem investe em desenvolvimento territorial sabe que o maior risco raramente é o mercado, é o ambiente institucional. Licenciamento, previsibilidade regulatória e disposição do município em receber projetos determinam se um empreendimento sai do papel no prazo ou não.
Por isso tratamos declarações como essa com a seriedade que merecem. A abertura pública da gestão municipal ao investimento privado é parte do que torna Vassouras viável para projetos de longo prazo como os nossos.
Nossa contrapartida é clara: desenvolver com responsabilidade urbanística, respeitar o patrimônio da cidade e garantir que o retorno econômico seja compartilhado com o comércio, os prestadores de serviço e os moradores locais.
Reduz o risco percebido por quem investe: um município favorável ao desenvolvimento dá previsibilidade ao cronograma das fases de obra.
Abre espaço para projetos de infraestrutura e mobilidade que dependem de articulação com o poder público.
Fortalece o argumento de captação junto a investidores que avaliam o interior do Rio de Janeiro pela primeira vez.