Henry Rodrigues apresenta Estância Ouro Verde e Le Jardin como símbolos de revitalização urbana em Vassouras
Em entrevista ao Última Hora Online, o CEO do Grupo HRVR, Henry Rodrigues, apresentou a Estância Ouro Verde e o Le Jardin como os dois pilares da atuação do grupo em Vassouras, projetos que, segundo a reportagem, se tornaram símbolos da revitalização urbana do município.
A matéria posiciona os empreendimentos como parte de um movimento maior: a transformação de uma cidade histórica do Vale do Café em polo de moradia, investimento e turismo no interior do Rio de Janeiro.
Dois projetos, uma mesma tese
A reportagem apresenta os dois empreendimentos com papéis complementares dentro da estratégia do grupo:
Estância Ouro Verde, o primeiro bairro planejado de Vassouras, voltado a quem busca morar com qualidade de vida, segurança e contato com a natureza.
Le Jardin, projeto de hospitalidade voltado ao mercado de investidores, conectado ao crescimento do turismo regional.
Revitalização que passa pela economia local
O texto destaca que a atuação do grupo não se limita à construção: envolve geração de emprego, atração de investimentos e fortalecimento do comércio e dos serviços da cidade.
Nessa leitura, a revitalização urbana de Vassouras é resultado da combinação entre urbanismo planejado, agenda de eventos e novos modelos de moradia e investimento, todos apontando para a valorização do território a longo prazo.
A visão do grupo
Um projeto isolado não revitaliza uma cidade. Um ecossistema, sim.
A Estância Ouro Verde e o Le Jardin não competem entre si, se sustentam. Um traz moradores que passam a viver e consumir na cidade durante todo o ano. O outro traz visitantes que conhecem Vassouras, movimentam o comércio e, muitas vezes, voltam como compradores.
É por isso que nos definimos como plataforma de desenvolvimento territorial e não como incorporadora de um único produto. Moradia, hospitalidade e eventos são frentes distintas de uma mesma tese: fortalecer o território para que ele valorize por consequência.
Ser reconhecido pela imprensa como agente de revitalização urbana traz uma responsabilidade que assumimos: nossas decisões de projeto afetam a cidade além dos limites dos nossos terrenos, e precisam ser tomadas com esse peso.
Reforça a leitura de portfólio: quem investe em um dos projetos passa a ter interesse no desempenho do outro, já que ambos dependem do mesmo território.
Fortalece nossa relação institucional com a cidade, essencial para viabilizar as próximas fases de obra e novos projetos.
Valida a expansão do ecossistema para novas frentes, como o Pátio Ouro Verde, hoje em desenvolvimento.